História

Após a criação do Programa Estadual de Direitos Humanos (PEDH), em 1997, a população solicitou a abertura de um centro de atendimento às vítimas. Com base na sugestão da sociedade civil e nas diretrizes inseridas no artigo 245 da Constituição Federal de 1988, o então governador Mário Covas inaugurou o Centro de Referência e Apoio à Vítima (CRAVI), em 1998.

Participaram da elaboração da metodologia representantes da Faculdade de Serviço Social da PUC/SP, da Procuradoria Geral do Estado, da Faculdade de Psicologia das FMU, do Centro XI de Agosto, da ONG Pró Mulher, Família e Cidadania, da Secretaria Estadual de Desenvolvimento e Assistência Social, dentre outros.

Na ocasião, a Faculdade de Serviço Social da PUC/SP, em parceria com o CRAVI, deu início a uma pesquisa financiada pela FAPESP visando a identificar o perfil da vítima de violência fatal e suas principais necessidades. Quando os primeiros resultados começaram a surgir, deu-se início à organização da demanda.

O Centro de Referência e Apoio à Vítima foi criado durante a gestão do secretário da Justiça e da Defesa da Cidadania, Belisário Santos Junior, que comandou a Pasta entre 1995 e 2000.